sábado, 24 de setembro de 2016

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Desgosto, ansiedade, descontentamento, remorso, culpa, desconfiança, todos tendem a consumir as forças vitais, e a convidar a doença e a morte. … O ânimo, a esperança, a fé, a simpatia e o amor promovem a saúde e prolongam a vida. Por isso, seguem quatro sugestões de como lidar com a ansiedade.

1.Antecipar dificuldades duplica o sofrimento

Vivemos num mundo de sofrimento. Dificuldades e dores nos aguardam em todo o percurso. Algumas pessoa  tornam duplamente pesados os fardos da vida por estarem continuamente antecipando aflições. Se tem de enfrentar adversidade ou decepção, pensam que tudo se encaminha para a ruína, que a sua sorte é a mais dura de todas. Pensar assim traz mais sofrimento e lança sombras sobre todos os que nos rodeiam. A própria vida passa a ser um fardo.
Mas não precisa ser assim. Custará um decidido esforço o mudar a corrente de seus pensamentos. Mas a mudança é possível. Sua felicidade na vida  depende de que fixe a mente em coisas animadoras. Desvie-se do sombrio quadro, que é imaginário, voltando-se para as coisas boas tangíveis e intangíveis.

2. Esqueça o sofrimento do passado

Não é sábio ajuntar todas as penosas recordações da vida passada — injustiças e decepções — e falar tanto sobre elas e lamentá-las tanto, que nos sintamos esmagados pelo desânimo.

3. Cuide com as amizades

Se os que estão ao teu redor pertencem à classe dos que não procuram mudar sua conversa e a corrente de seus pensamentos, se eles concordam com todas as tuas impressões como se fossem uma realidade, quanto menos contato tiver com essa classe,  melhor. Eles não são teus amigos, mas teus piores inimigos.
Os que têm suportado as maiores tristezas são freqüentemente os que levam aos outros os maiores confortos, introduzindo a luz do sol aonde quer que vão. Esses foram enternecidos por suas aflições, não perderam a esperança e confiança  quando assaltados pelas dificuldades, mas se apegaram mais intimamente a Deus.

4. Antídoto contra a ansiedade

A crença em Deus pode ser um remédio para toda ferida. Se você estudar a Bíblia vai encontrar um Deus amoroso. Em cada dificuldade suplique a Ele que mostre um meio de saída para a  sua dificuldade, e então seus olhos se abrirão para ver o remédio e aplicar ao vosso caso as curadoras promessas que foram registradas em Sua Palavra. Você terá fé e esperança. Você enxergará as coisas boas da vida,  as quais agirão como antídoto à tristeza e ansiedade.
Experimente!!


terça-feira, 20 de setembro de 2016

“Às vezes teus pais não te compreendem ou não querem colocar-se em seu lugar. Você tentou colocar-se no lugar deles?”Pais! Ufa!! Os pais se comportam, às vezes, de formas muito estranhas. Quando você é pequeno, sempre andavam atrás de você dizendo para lavar as mãos e se pentear. Agora, se vêem você diante do espelho, riem e falam que é um convencido. Não há quem os entenda!
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Em determinado momento estão furiosos porque dizem que é demasiado independente; no minuto seguinte se queixam alegando que sempre está “grudado” a eles e que não é suficientemente independente.Te ridicularizam diante de teus amigos, não respeitam sua vida privada; enfim, somente parecem desfrutar amargurando a sua existência e fazendo-lhe a vida muito mais difícil do que já é.
E, é a isto que se chama de “ser pais”? Não se dão conta de que os adolescentes também tem seus próprios sentimentos?
Sim, é claro que se dão conta. Mas estão rodeados de tantos problemas, e preocupados por tantas dificuldades, que a grande realidade de que você é um ser humano, com direito a pensar, a sentir e a viver por você mesmo, às vezes parece ficar relegado a um segundo plano.
O certo é que quando os filhos se convertem em adolescentes, os pais enfrentam uma situação completamente nova, que a maioria das vezes é surpreendente e inesperada: seus filhos queridos, bons e obedientes, se convertem em um momento para outro em adolescentes voluntariosos e difíceis de governar.
Da noite para o dia se vêem com toda sorte de novas situações: seus filhos saem com garotas (ou vice-versa), assistem a excursões de vários dias, praticam esportes perigosos, começam a trabalhar…
É verdade que também eles passaram por tudo isto, mas com uma diferença: não como pais, senão como adolescentes. Naquela ocasião os pais eram outros, que lutavam e reprimiam, e era eles quem tocava exigir. Mas agora, tem passado a ocupar o lugar de pais, e se sentem responsáveis por você, e na obrigação de ajudá-lo em toda classe de dificuldades e problemas, a maioria dos quais são totalmente novos para você. Deve compreender que para eles, somente o fato de viver com você, com seus costumes, sua música e sua forma de se vestir, já lhes é difícil, quando não frustrante. Não tem que ficar espantado, pois se algumas vezes se mostrarem inquietos e preocupados.
Possivelmente passaram a ocupar sua posição de pais sem estarem tão bem preparados como deveriam. Muitos pais arrastam consigo um lastro de problemas de sua própria infância e juventude; problemas que às vezes se remontam a várias gerações atrás, dentro da tradição da família. Têm todo tipo de temores. Estão inseguros de suas próprias idéias e valores, e possivelmente ainda não tem realizado um projeto de vida que os satisfaça totalmente.
Por outra parte, seu crescimento e desenvolvimento tem criado neles um sentimento mais vivo de dor que produz na vida a perda dessas coisas que se querem.
Para alguns pais, ao dar-se conta de que seus filhos estão crescendo também os faz perceberem de que estão envelhecendo, de que a vida passa com rapidez; tem que enfrentar a triste realidade de que os anos passam velozmente e ainda não tem alcançado os objetivos que se haviam proposto na vida, e que possivelmente já não poderão alcançar.
Esse sentimento de frustração pode conduzir os pais a uma ambição muito comum: tratar de conseguir por seu intermédio tudo o que para eles foram sonhos impossíveis. E isto pode chegar a ser uma verdadeira fonte de problemas.
Outra das razões que motiva muitas vezes a intranqüilidade e o desassossego de seus pais são os comentários da imprensa sensacionalista. Em revistas e periódicos lêem continuamente artigos nos quais se afirma que os pais são responsáveis de todos os problemas da juventude; que os pais são os culpados da degeneração social; que para ser bons pais tem a obrigação de lutar até o fim. E isto os assusta. Nos dias de seus avós, se João era um mal filho, e se comportava como tal, a culpa era do próprio João, de ninguém mais. Em nossos dias, os seus pais são acusados por não haverem sabido tratá-lo, educá-lo e encaminhá-lo corretamente.
Assim pois, deve enfrentar a realidade: ainda que seja um filho modelo, um adolescente perfeito, seus pais continuarão vendo problemas em você, enfrentando-o quase todo o tempo. Não importa o que terá de fazer para agradá-los, não importa o muito que se esforce em tratar de ser um paradigma de adolescente, seus pais seguirão pensando que seus anos de adolescência são os mais difíceis que eles tem tido que enfrentar.
Assim vê você a seus pais. Agora vejamos como eles vêem você.
 Os anos da adolescência não são fáceis. Pode ser que ultimamente tenha crescido tanto que você já quase não se reconhece. Ou quiçá, seja ao revés, e seu crescimento é tão lento comparado com o de seus amigos, que te faz sentir um pouco criança quando está com eles. Possivelmente, o desenvolvimento físico tenha feito você engordar muito e tenhas pernas e braços gordos. Às vezes você se pergunta como te vêem os demais, e se preocupa pensando se realmente chegará a ser o tipo de homem ou mulher que gostaria.
shutterstock_210886177_ppPouco a pouco, irá se sentindo mais filosófico e pensador. Terá dado conta do que significa ser um mesmo, separado do grupo que formam os demais. Ultimamente tem começado a perguntar-se quem você é, que é a vida e para que está nela.
E o mal é que enfrenta estes problemas em um mundo que a maior parte das vezes se lhe apresenta pouco amistoso, bastante hostil. Certamente a adolescência pode chegar a ser uma época de verdadeira angústia. E a medida que a maturidade se aproxima, a angústia aumenta. Te preocupa a possibilidade de tomar decisões equivocadas – a carreira, o matrimônio, o trabalho, etc. Duvida de sua capacidade para enfrentar todas as responsabilidades de um adulto maduro e responsável.
Por isto quer que te compreendam, que reconheçam seu valor, que se dêem conta de que é uma pessoa capaz de assumir responsabilidades. Mas os que te rodeiam não parecem muito dispostos a ajudá-lo.
Se tem treze anos, teus pais queixam-se de que é muito sensível, de que não se pode dizer-lhe nenhuma palavra sem que você se inflame como pólvora. Por outra parte, alegam que é pouco comunicativo, que não lhes conta nada e que sempre responde com monossílabos às suas perguntas. Possivelmente, você também se dá conta de que não é como os demais, todo amável e simpático como deveria ser, mas tem tantas coisas em que pensar que não lhe sobra tempo para suportar as “tontices” da família.
Se tem catorze, possivelmente já terá resolvido parte dos problemas que te preocupavam aos treze. Sua atitude frente a seus pais é mais serena, e também eles parecem compreendê-lo melhor; se esforçam em ajudá-lo mais e te criticam menos.
Aos quinze anos o problema se agrava outra vez. Teus pais se queixam de que quase não lhes dirige a palavra, de que você guarda tudo, de que se comporta como um mal educado e se veste de forma desalinhada. A verdade é que começas a sentir-se bastante independente. É certo que tens muitas coisas sobre as quais gostaria de dialogar, mas não com seus pais!
Você começou a descobrir uma montanha de problemas da idade adulta que pouco a pouco estão aparecendo, e ao mesmo tempo se dá conta de suas próprias limitações para superá-los. Com a esperança de compreender melhor a você mesmo e aos que te rodeiam se tornou um pouco psicológico. Não desanimes; a maioria dos problemas que agora enfrenta desaparecerão no próximo ano.
Aos dezesseis as coisas mudam, você perceberá que a vida não é tão difícil como pensava. Terá aprendido a controlar melhor suas próprias emoções, e vai se sentir mais sociável e amistoso e tentará compreender o ponto de vista dos demais. Sentirá mais confiança em si mesmo, e isto fará ser possível opinar com melhor critérios os outros.
Terá alcançado a primeira fase da maturidade, e pode ser que isto faça que com que seus pais, ao perceberem que já não é tão criança, abram um pouco as mãos, o que motivará maior compreensão. Quando lhe expor um problema, pode confiar em que o tratarão como a um adulto. Pouco a pouco compreenderá que as restrições e proibições que lhe haviam imposto, em certo sentido eram necessárias, e você se sentirá agradecido pela maior margem de liberdade que lhe concedem. Ainda que seja difícil aceitar as proibições que todavia te impõem, pouco a pouco dará conta de que seus pais, no fundo, são bastante razoáveis, e de que se pode dialogar com eles. Trate de aceitar a distância que o separa deles. Não se arrependerá.
Talvez se sinta tentado a pensar que é demasiado difícil ser adolescente. Tem razão. Mas lembre-se que não é fácil ser pais de um adolescente.
Por: Bárbara Jurgensen

sábado, 14 de maio de 2016

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Olha só que legal, a Rede Novo Tempo de Comunicação preparou uma série de desenhos animados sobre a “Vida de Jesus” super legal e educativa para assistir, baixar e compartilhar!
 
Jesus é batizado por João Batista e começa Seu ministério. Depois, chama Pedro e João pra serem seus discípulos, e a aventura começa!
Jesus escolhe Mateus, um cobrador de impostos, pra ser um dos Seus discípulos, e dá uma lição naqueles que se acham melhores que os outros.
Os discípulos enfrentam uma tempestade, e Jesus aparece andando no meio do mar. Pedro pede que Ele lhe deixe andar também, e Jesus o salva de afundar por ter duvidado.
Jesus se entristece ao ver que o templo havia virado lugar de comércio, e discute com os fariseus. Então, eles começam a bolar um plano para matá-lo.
Jesus é preso e interrogado. Falsas testemunhas O acusam e Ele recebe a sentença de morte. Pedro nega Jesus 3 vezes e foge. O discípulos desanimam com a morte de Jesus, mas Maria chega com a notícia: Ele ressuscitou! Pedro corre pra se encontrar com o Mestre, e O encontra, no mesmo lugar onde tudo começou.

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Que o mundo está se tornando um lugar tenebroso pra se viver, todos nós sabemos e concordamos. Mas veja bem…
Será que está tudo tão horrível mesmo?
Certo, pode ser que você esteja enfrentando um problema mais complicado que o da grande maioria. Mas veja bem…Será que não há absolutamente nada de bom em meio a isso?
Perceba que com o passar do tempo e com a quantidade de coisas ruins que temos para observar, a vida se transforma em uma grande desgraça. Nos esquecemos por completo que há coisas boas que temos, recebemos, possuímos, sentimos, ou mesmo desejamos.
A gratidão por essas coisas fica lá, lá no fundo, num canto, bem escondidinha. Mas sabe de quem é o prejuízo? NOSSO, claro.
Manter o coração e a mente agradecidos é fator essencial para viver uma vida mais leve e positiva. Quando valorizamos as coisas e/ou momentos bons que temos, conseguimos perceber que nossa vida é muito abençoada. Afinal, o simples fato de acordarmos com vida já é motivo mais que suficiente pra notar o amor de Deus e Seu cuidado.
Você pode pensar que não tem mais nada pra oferecer, que sua vida não faz sentido, e muitas outras coisas ruins. Mas Deus já lhe conhecia ainda no ventre de sua mãe (Jeremias 1:4). Ele planejou você! Todos os dias Ele deseja que você aprenda a viver grato pelo que tem, e seguro com o que há de vir, pois o que provém da mão DELE é, com certeza, a melhor coisa para nossa vida.
Tente agradecer por algo bom hoje…e deixe Deus cuidar do amanhã!

sexta-feira, 6 de maio de 2016

De fato, a esperança se tornou objeto de estudo da ciência nas últimas décadas, com diversas pesquisas mostrando seus efeitos positivos. A primeira coisa que os pesquisadores afirmam é que a esperança é resultado de decisão e escolha. E, uma coisa é certa, a esperança tem poder sobre a mente e o corpo. O interesse de psiquiatras, psicólogos e médicos na esperança se deve a seu potencial de cura e realização.
O pesquisador norte-americano Charles S. Snyder, autor do livro “A psicologia da esperança” (The Psychology of Hope), lançado em 1994, entende a esperança como uma ideia motivacional que possibilita a uma pessoa acreditar em resultados positivos para suas metas e aspirações. Segundo ele, a pessoa que tem esperança consegue desenvolver estratégias de vida e de sobrevivência de forma mais eficaz e reúne motivação para colocá-las em prática.
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Na área da saúde, as pesquisas têm demonstrado que o sentimento de esperança exerce grande influência em eliminar ou reduzir problemas físicos e psicológicos antes de eles acontecerem. Ou seja, o sistema imunológico e hormonal da pessoa cheia de esperança é mais eficaz. As pesquisas de Snyder comprovaram que a esperança ajuda o indivíduo a reagir positivamente em caso de doenças e lesões. Essas pessoas são mais fortes em tolerar a dor. O psicólogo comprovou que os portadores de esperança têm mais capacidade ou habilidade adaptativa para resolver seus problemas.
A esperança realmente tem poder. A emoção ou o sentimento de esperança, portanto, é capaz de promover não só a saúde mental, mas também física. Alguns psicólogos relacionam a depressão à ausência de esperança, situação em que a pessoa não vê mais solução para si mesma. Mas, para muitos pesquisadores, a esperança é apenas uma questão de “pensamento positivo”; algo que nós mesmos produzimos. Isso ocorre quando se ignora a origem e o mecanismo geral dessa emoção. No entanto, essa visão limitada da esperança tende a ser superada com os estudos de Anthony Scioli, professor de psicologia do Keene State College, em New Hampshire, nos Estados Unidos.
Desde o final dos anos 1990, ele tem estudado a esperança cientificamente e demonstrado sua forte dimensão espiritual e religiosa. Scioli comprovou que a esperança está ligada a virtudes como paciência, gratidão, amor e fé. E estas são virtudes originalmente bíblicas. O pesquisador afirma que a esperança não estabelece vínculo só com o próximo, mas sobretudo com um Ser superior, ou seja, com Deus.Isso mostra que a verdadeira esperança é diferente de otimismo e pensamento positivo. Ela liga a pessoa a um Deus pessoal que é fonte de poder.
A palavra “esperança” existe na maioria dos idiomas, o que sugere que nenhuma cultura consegue viver sem esperança. Na Bíblia, ela é usada mais de 100 vezes, e o que mais chama a atenção é que a esperança bíblica não é fruto de pensamento positivo. Não é algo que as pessoas têm em si mesmas nem uma força especial que alguns recebem ao nascer. A esperança é algo que as pessoas desenvolvem em sua relação com Deus.
Três coisas se destacam na esperança segundo a Bíblia. Primeiro, as pessoas esperam a solução de seus problemas em Deus: As pessoas trabalham e se esforçam, mas contam com o poder de Deus ao enfrentar e superar os desafios e os perigos da vida. Além disso, os personagens bíblicos consideram Deus como sua própria esperança. Deus é a própria esperança no sentido de que Ele é a fonte do poder desejado e esperado.
Um terceiro aspecto importante da esperança é que ela leva as pessoas a ter confiança em relação ao futuro. As promessas de Deus são fonte de esperança e certeza. Portanto, a expectativa daqueles que têm esperança em Deus é tremendamente positiva. Por isso, eles enfrentam os desafios com otimismo e reúnem mais forças em todos os sentidos, conforme comprovam as pesquisas mencionadas. A esperança tem poder.

quinta-feira, 5 de maio de 2016



Na Bíblia, vale a pena observar algumas mães, suas lições deixadas e o benefício para filhos que, talvez, em um primeiro momento, nem perceberam a relevância de dar ouvidos ao conselho materno:
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A mulher de Manoá e mãe de Sansão (Juízes 13) – Apesar de sequer ter seu nome mencionado na Bíblia, sem dúvida alguma a curta menção a ela nos leva a pelo menos uma boa reflexão. A mãe do famoso juiz era temente a Deus e obediente. Se não fosse por sua aceitação da orientação divina, provavelmente Sansão não teria avançado nem um décimo do que avançou no seu trabalho como libertador de Israel da opressão midianita.
A fervorosa e paciente mãe de Samuel (I Samuel 1) – Com grande certeza, o profeta Samuel deveu muito do seu caráter à sua mãe Ana. Ela desafiou as dificuldades da convivência com um marido bígamo, com a inveja da outra mulher dele e com a incompreensão dos próprios líderes religiosos. Ficou conhecida por sua oração sincera e podemos acrescentar pela paciência também. Em vez de desistir com as primeiras dificuldades, perseverou porque tinha um foco.
A sunamita amiga de Eliseu (II Reis 4) – Outra que não tinha nome registrado, mas cujo ímpeto em favor do filho ficou marcado. Designada apenas como sunamita, essa mulher não mediu esforços para que o filho fosse ressuscitado pelo profeta Eliseu. Ela mesma fez uma viagem de cerca de 25 quilômetros até onde estava o profeta porque acreditava no poder divino para dar a vida. Aparentemente não tinha muito sentido o que ela fazia. Mas ela era realmente uma mãe de profunda e consistente fé.
A mãe de Timóteo (II Timóteo 1:5) – Aqui a descrição é muito breve, mas o que se diz de Eunice, mãe do líder cristão Timóteo, um discípulo do apóstolo Paulo, é bastante enriquecedor. Paulo diz que a fé de Timóteo não era fingida a exemplo da sua mãe e da sua avó. A influência de Eunice para o filho foi provavelmente imprescindível para que ele se tornasse um líder respeitado na comunidade cristã primitiva. Ainda mais que possivelmente seu pai, já falecido, era grego e acredita-se que não fosse um cristão. Aqui se vê o papel de uma mãe consciente do seu dever como líder espiritual.
Esses são apenas alguns exemplos. Há muitos outros que merecem nossa leitura e estudo. Mas ao ler essas histórias bíblicas fico motivado por ver que Deus preservou na Sua Palavra a inspiração da vida de mães que, além de demonstrarem amor incondicional pelos filhos, foram pilares importantíssimos para o êxito deles em todos os aspectos da vida.
Por isso, as mães são peça-chave no entendimento da salvação do ser humano. As características daquelas que se deixam ser conduzidas por Deus ilustram muito bem o interesse do próprio Criador que vai até as últimas consequências para redimir quem Ele criou.

POR: Felipe Lemos

quarta-feira, 4 de maio de 2016

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Um homem foi roubar milho no campo de seu vizinho. Ele levou seu filho pequeno para ficar vigiando na entrada do terreno e avisar se alguém estivesse se aproximando do local. Antes de começar a pegar o milho ele olhou ao redor e a seguir olhou novamente, fazendo o sentido contrário para se certificar que que não havia ninguém ali.
Quando se preparava para encher a bolsa de milhos, seu filho gritou: “Pai, faltou olhar para uma direção!” O pai supôs que alguém estivesse chegando e perguntou ao filho de que direção ele estava falando. O menino respondeu: “Você se esqueceu de olhar para cima.” O pai, envergonhado e com a consciência profundamente atingida, pegou o filho pela mão e apressou-se em sair do local sem levar o milho que planejara roubar.
Como nós, cristãos, temos agito em relação a Deus? Temos estado preocupados em relação às pessoas que nos rodeiam, para mostrar uma proximidade Dele que na realidade não existe ou temos olhado para cima, cientes de que a tudo Ele vê. Temos estado receosos que os homens percebam o quanto somos infiéis ou temos sido verdadeiros, crendo na palavra do Senhor que nos ensina que o Seu temor é o princípio da sabedoria?
Quando aprendemos a olhar para cima, mesmo que o caminho seja esburacado, não cairemos, mesmo que tenha pedras pequenas e grandes, não tropeçaremos, mesmo que seja ladeada por precipícios, estaremos seguros e protegidos.
Aqueles que temem ao Senhor e olham para cima antes de tomar decisões, não correm o perigo de dar um passo em falso e verem seus propósitos frustrados. Aquele que anda de cabeça baixa, confiando em si próprio, pode, arrependido, perceber que andou muito e não chegou a lugar algum.
Você quer ser uma pessoa abençoada e vitoriosa? Olhe sempre para cima.
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Salmos 111:10)

segunda-feira, 2 de maio de 2016


A você mamãe, desejamos que as bençãos dos céus continuem sobre a sua vida, dando-lhe a sabedoria e força necessárias para continuar nessa longa jornada que o SENHOR tem preparado para você... 
Uma tarefa de grande valor e responsabilidade que só você sabe fazer (e fazer bem feito), ser Mãe é ser um instrumento de Deus na terra...

Quando se assentar o juízo, e os livros forem abertos; quando o “muito bem” (Mateus 25:21) do grande Juiz for pronunciado, e a coroa de glória imortal colocada na fronte do vencedor, muitos erguerão essas coroas à vista do Universo reunido e, indicando sua mãe, dirão: “Ela me fez tudo quanto sou mediante a graça de Deus. Seus ensinos, suas orações, foram abençoados quanto à minha salvação eterna.”
– Mensagem aos Jovens, 330

quarta-feira, 20 de abril de 2016


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Acho que todos nós, em algum momento, já passamos por uma situação assim, onde duas coisas que queremos muito são boas e certas. Nestes casos o que devemos fazer? Qual é a melhor opção? Existe alguma dica para casos assim? Eu penso que sim!



Um dia destes, andando em um shopping fui ao lugar onde homens gostam de ir e ficar por um bom tempo. A livraria. Ali descobri um livro com um título interessante: “Como decidir entre o certo e o certo”. Não precisei pensar duas vezes. Fui logo comprando o livro. Gostei do prefácio, mas até hoje, enquanto escrevo estas linhas, não li o livro. Tinha e ainda tenho outras prioridades em leitura. O dia dele vai chegar, quando chegar confirmo se o livro é mesmo bom assim.



Mas quero voltar a questão usando este exemplo. Por que li outros livros e não especificamente este? Seria errado ler este e não os outros? Vamos simplificar a questão. Por exemplo: Ir a pé para escola ou de bicicleta? Moralmente, neste caso, não há princípios em questão. Deus pode cuidar de mim, andando de bicicleta na ciclovia ou cuidar de mim indo a pé para a Escola. Como então decidir? Será que questões assim tanto faz? Comer lasanha ou macarrão no domingo tem diferença? Ter um celular preto ou branco pode determinar algo na minha vida?



Sempre achei complicado escolher entre duas coisas boas. Nunca sei se fiz a escolha certa. Um dia entendi que, talvez, eu estivesse querendo saber além da minha capacidade. Nunca saberei se acertei em ir por um caminho e não por outro. Por uma questão óbvia, nunca saberei o que teria acontecido comigo caso tivesse ido pelo outro lugar!



Assim acho que a única maneira de decidir entre duas coisas certas é orar. Isto mesmo, Deus sabe todas as coisas e é Ele quem pode nos orientar quanto as escolhas desta vida! É claro que Deus nos deu racionalidade e liberdade para escolher, mas querer escolher o que Deus escolheria me parece uma boa decisão nas horas de indecisões.


E então? Já aprendeu a decidir entre o certo e o certo? Legal, por isso joelho no chão e vamos orar!

terça-feira, 8 de março de 2016

Será que as mulheres são mais felizes no mundo moderno?

Será que as mulheres são mais felizes no mundo moderno?
Não adianta. Tenho mesmo uma personalidade reflexiva e sempre aproveito essas datas comemorativas para analisar certas questões. No dia 8 de março comemoramos mundialmente o Dia da Mulher e resolvi analisar o tema. Para isso, vou pegar uma família brasileira de classe média e observar as mudanças que ocorreram ao longo dos anos.
Muito bem, a mulher que nasceu no início do século XX não tinha direito a voto e interferia de forma indireta nas decisões de seus maridos, irmãos, filhos e outros parentes ou amigos do sexo masculino. Suas funções eram ter filhos, criar e educar. Era pacata e gastava seu tempo com os afazeres domésticos. Nas horas livres fazia tricô e crochê. Não estudava, não entrava em mercados ou ambientes do gênero, afinal, mulheres de família não frequentavam esses lugares. Sua maior alegria era estar cercada pelos seis filhos da família.
Uma de suas filhas, nascida perto da década de 30 tinha um espírito mais aventureiro. Já havia meninas estudando e ela decidiu que também queria estudar. Casou cedo e logo teve filhos, como era o hábito, mas percebeu que não gostava de ficar só em casa, cuidando de afazeres domésticos e, portanto, mergulhou um pouco mais profundamente no preparo acadêmico. Lógico que essa atitude não foi vista com bons olhos pela família. Mas outras estavam fazendo o mesmo e ela seguiu em frente. Foi uma das primeiras professoras de sua cidade.
Já estamos na terceira geração e, entre a década de 40 e 50, nasceu mais uma menina na família, que agora já tem a prole reduzida para 4 crianças. Essa já é mais estimulada aos estudos, mas ainda com foco na casa. Entre aulas de matemática e português, também frequenta aulas de prendas domésticas, costura e culinária. Casa, tem dois filhos e começa a administrar uma rotina de trabalho e família.
Nascida entre as décadas de 60 e 70, a quarta geração da família já vive os reflexos do feminismo que explodiu na Europa e nos Estados Unidos e, que, mesmo que com menor força, também chegou forte ao Brasil. A realidade é outra, a família já não se preocupa nem um pouco em ensinar as artes domésticas para a doce menina. O foco agora são os estudos e os cursos extras bastante necessários, como inglês e datilografia.
A quinta geração nasce um pouco mais tarde, afinal a mãe está se dedicando ao trabalho e aos seus cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado. Além disso, administra três jornadas de trabalho. É uma geração que nasce perto da virada para o século XXI, mergulhada em um mundo consumista que valoriza o “ter” e não o “ser’. A menina, ainda novinha, já tem seu computador, seu ipad e seu celular de última geração. Foca nos estudos e nos intercâmbios, estuda e faz vários cursos de especialização. Tarefas domésticas? O que é isso? Casar? Hum… talvez, mas um pouco mais tarde. Enfim… casa. Filhos? Hum… talvez, mas um pouco mais tarde. Enfim, lá pelos 35, 37, nasce o filho, único, porque hoje em dia está difícil.
Vamos parar nosso relato por aqui e vamos dar um rápido passeio pela Bíblia. Gosto demais do texto bíblico de Provérbios 31:10-31. Acredito que ele seja uma descrição do desejo de Deus para nós, mulheres. O texto é longo e não dá para transcrever aqui, cito apenas alguns pedaços e convido você a ler: “Se você encontrar uma esposa fiel e dedicada, achará um tesouro mais valioso que ouro e pedras preciosas… Ela sempre procura ajudar o marido… Ela compra os tecidos e faz as roupas da família. Sem se cansar, ela anda à procura da melhor comida para sua família, procurando sempre o preço mais barato. Antes de o sol raiar ela já está de pé, preparando a primeira refeição da família… Com a agulha e a linha ela faz roupas e dá aos pobres e necessitados… Suas grandes virtudes são a energia e a honra. Ela não se preocupa com a velhice. Quando ensina seus filhos ela mostra sabedoria, ensina e corrige com amor… A mulher que fizer isso deve ser elogiada diante de todos; deve receber cumprimentos e homenagens de toda a sociedade”.
Quando a gente vê o que aconteceu ao longo da história e lê um texto como esse, com certeza ficamos confusas. Afinal, especialmente nós e nossas filhas já fomos criadas, moldadas nesse contexto mais moderno e temos dificuldade de nos adaptar ao conselho bíblico. Mas, para não esticar muito o artigo, deixo a você a seguinte reflexão: será que somos mais felizes hoje? Será que nossas filhas, que levarão avante essas mudanças serão mais felizes? O que é o ideal: a forma humana de moldar a vida, ou o conselho de Deus? Pense e, se quiser, deixe seu comentário.

POR: Márcia Ebinger

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